quarta-feira, 24 de julho de 2013

De Janeiro a Janeiro...



Não consigo olhar no fundo dos seus olhos 
E enxergar as coisas que me deixam no ar, deixam no ar 
As várias fases, estações que me levam com o vento 
E o pensamento bem devagar 

Outra vez, eu tive que fugir 
Eu tive que correr, pra não me entregar 
Às loucuras que me levam até você 
Me fazem esquecer, que eu não posso chorar 




Olhe bem no fundo dos meus olhos 
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar 
O universo conspira a nosso favor 
A consequência do destino é o amor 
Pra sempre vou te amar 
Mas talvez, você não entenda 
Essa coisa de fazer o mundo acreditar 
Que meu amor, não será passageiro 
Te amarei de Janeiro a Janeiro 
Até o mundo acabar

De Janeiro a Janeiro...

Roberta Campos
feat. Nando Reis.

Sou mais um na multidão...


Você pensa em mim 
Eu penso em você 
Eu tento dormir 
Você tenta esquecer 
Longe do seu ninho 
Meu andar caminho 
Deixo onde passo 
Os meus pés no chão 
Sou mais um na multidão 

O mar de sol 
No leito do lar 
E nem um rio 
Pode apagar 
O amor é fogo 
E ferve queimando 
Estou ferido agora 
E sigo te amando 
Você pode acreditar 

A mesma carta 
O mesmo verbo 
Em sonho só viver 
Prá ti 
Quem tem a chave 
Do mistério 
Não teme tanto o medo 
De amar 

Me cego 
Te enxergo 
Não vai passar 
O amor não tarda 
Estar...

Marisa Monte 
feat. Erasmo Carlos

domingo, 21 de julho de 2013

Efeito da paixão...

Estou anestesiada, sob o efeito da paixão.


Hully Chalup 

Grandiosos ao meu ver...

Pequenos e simples gestos tornam-se grandiosos ao meu ver.


Hully Chalup 

Your Last...



Ele é o seu primeiro amor. Eu pretendo ser o último, levando o tempo que for...

Klaus to Caroline.

Credibilidade...


Há uma grande diferença entre medir as palavras e ocultar a realidade. A credibilidade de um indivíduo não é baseada em sua simpatia, 'popularidade' ou até mesmo em sua 'beleza'. Um ser crédulo é aquele que não tem incumbência e restrições para se expressar, age naturalmente! Sejais real para não cairdes em teu próprio abismo de ilusões.

LMA- Bliss. 

sábado, 20 de julho de 2013

Elevo...


Quanto mais me elevo, menor eu pareço aos olhos de quem não sabe voar.

Nietzsche

Klaroline...


Olhei ao redor, a minha frente tinha um lindo cavalo branco e uma carruagem. Fiquei o admirando.
– Gosta de cavalos? - escutei a voz de Klaus atrás de mim
– Não vou falar com você enquanto não me falar porque me chamou aqui - disse eu.
– Porque eu gosto de você - disse ele, o encarei confusa e surpresa - É tão difícil de acreditar?
– Sim - respondi.
– Você é linda. É forte, é iluminada. Gosto de você - ele disse
– Eu tenho namorado. Stefan - eu disse.
– Stefan não é mais o mesmo. Por tanto o relacionamento de vocês, não tem tanto futuro - disse Klaus. Ele queria o que?Acabar com meu relacionamento? Idiota. Pensei. Fiquei calada.
– Sabe cavalos são o oposto de pessoas, são leais. Meu pai ficou seculos me caçando e o mais próximo que ele chegou foi quando matou meu cavalo predileto - o encarei surpresa. Klaus no fundo, era como era, por que a vida o tornara assim. Não que eu estivesse justificando suas escolhas erradas, mas ele tinha forte motivos por ser tão mal. 
– Nunca pensou em sentar com seu pai e conversar? - eu disse.
– Minha relação com ele, era mais complexa que a sua - disse ele.
– Talvez... - eu disse - Mas deixei meu pai ir sem arrependimentos. E respondendo sua pergunta, sim eu adoro cavalos. - eu disse -E agora se me der licença vou atrás do meu namorado - eu disse lhe dando um sorriso e me afastando. Atrás de meu namorado que a proposito estava em algum lugar com sua ex namorada. Não pense besteiras, Caroline. Pensei. 



– O que queria me mostrar? - disse Caroline entrando naquela sala.
– Uma das minhas paixões - disse ele, quando paramos em frente um quadro.

– Impressionante - eu disse - E isso, de onde roubou? - disse ela, mostrando o bracelete.
– Longa historia. Mas garanto ter sido usado por uma princesa quase tão linda quanto você - disse Klaus, ela revirou os olhos.
– Espere... Você fez isso? - disse Caroline quando reparou em alguns desenhos sobre a bancada que estava embaixo do quadro.
– Sim. Uma de minhas paisagens, esta no convento. Não que alguém a note. Já foi lá? - disse Klaus.
Na verdade, nunca estive em lugar algum - respondeu Caroline, encarando os desenhos.
– Eu a levo - disse Klaus - Aonde quiser! Roma, Paris... - disse Klaus, fazendo Caroline bufar - Tóquio? - disse ele, Caroline riu e ele seguiu o mesmo caminho.
– Uau! - disse Caroline - Deve ser legal visitar tantos lugares - comentou.
– Você pode fazer isso também - disse Klaus pondo sua mão sobre a de Caroline, que sorriu.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

So beautiful...




I need love 
Cause only love is true 
I need every wakin' hour with you 
And my friends cause they're so beautiful 
Yeah my friends they are so beautiful 
They're my friends 




Band of Skulls

Perseverança...

Povos livres, lembrai-vos desta máxima: 
A liberdade pode ser conquistada, mas nunca recuperada! - Jean Jacques Rosseau


O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho. - Abraham Licoln.


Para realizar grandes conquistas, devemos não apenas agir, mas também sonhar; não apenas planejar, mas também acreditar. - Anatole France

Tranquilidade e inconstância...


Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio.

Clarisse Lispector.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Contra a ignorância...


As verdadeiras conquistas, as únicas de que nunca nos arrependemos, são aquelas que fazemos contra a ignorância.

Napoleão Bonaparte.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Idiossincrasia...


Prefiro o humor.
Basta-me a rebuscada idiossincrasia pessoal cotidiana!

LMA - Bliss.

Memória...


Amar o perdido
deixa confundido
este coração



Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não

As coisas tangíveis
tornam-se invisíveis
à palma da mão


Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão!


Carlos Drummond de Andrade.

Love me do...


Love, love me do
You know I love you
I'll always be true
So, please
Love me do

Someone to love
Somebody new
Someone to love
Someone like you!


The Beathes

domingo, 14 de julho de 2013

A arte de ser feliz...


Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.



Cecília Meireles.

Eyes on FIRE...

 I'm taking it slow Feeding my flame
Shuffling the cards of your game

And just in time In the right place

Suddenly I will play my ace !


Blue Foundation.

Shine...

After eighteen years of utterly ordinary, I finally found that I cold shine!

Bella Swan - 
Breaking Dawn.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Atitude rara...

Lutar com as próprias forças, com a coragem oriunda do coração, é uma atitude rara, pois muitas vezes não encontramos esta força... Nem mesmo nos encontramos.

LMA - Bliss.

De acordo com meus cálculos...

Ao longo prazo, existe uma coisa chamada justiça, e que no último minuto - no domingo - de acordo com meus cálculos, foi em um bom caminho...

Vettel. 

Piada...

Bem, é só uma piada. Perguntei a minha mãe, e realmente, Michael não é o meu pai! rsrsrs

Vettel. 

Começar do zero...

Não é fácil. Tudo vai começar do zero, mas as pessoas tendem a esquecer isso...

Sebastian Vettel - 
GP da China. 
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Don't let me down! - por Diogo Mello (:

Toda menina...


E  no final, toda menina
não gostaria de abandonar 
seu conto de fadas.
Toda menina gostaria
de ter sua carruagem,
seu príncipe...

Ter seus sonhos realizados.

LMA - Bliss.

Essencial...


E foi então que apareceu a raposa:

− Bom dia – disse a raposa.
− Bom dia – respondeu educadamente o pequeno príncipe, que, olhando a sua volta, nada viu.

− Eu estou aqui – disse a voz, debaixo da macieira…
− Quem és tu? – perguntou o principezinho. – Tu és bem bonita…
− Sou uma raposa – disse a raposa.
− Vem brincar comigo – propôs ele – Estou tão triste…
− Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. – Não me cativaram ainda.
− Ah! Desculpe – disse o principezinho.
Mas, após refletir, acrescentou:
− Que quer dizer ‘cativar’?
− Tu não és daqui – disse a raposa – Que procuras?
− Procuro homens – disse o pequeno príncipe. – Que quer dizer ‘cativar’?
− Os homens – disse a raposa – tem fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
− Não – disse o pequeno príncipe. – Eu procuro amigos. Que quer dizer ‘cativar’?
− É algo quase sempre esquecido – disse a raposa – Significa ‘criar laços’…
− Exatamete – disse a raposa – Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu também não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…
− Começo a compreender – disse o pequeno príncipe. –Existe uma flor… eu creio que ela me cativou…
− É possível – disse a raposa – Vê-se tanta coisa na Terra…
− Oh! Não foi na Terra – disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
− Num outro planeta?
− Sim.
− Há caçadores nesse planeta?
− Não.
− Quem bom! E galinhas?
− Também não.
− Nada é perfeito – suspirou a raposa.
Mas a raposa retomou o raciocínio.
− Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…
A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
− Por favor… cativa-me! – disse ela.
− Eu até gostaria, – disse o princiepezinho – mas não tenho tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
− A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa – Os homens não tem mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não tem mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
− Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
− É preciso ser paciente – respondeu a raposa – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto…
No dia seguinte o príncipe voltou.
− Teria sido melhor se voltasses à mesma hora – disse a raposa – Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração… É preciso que haja um ritual.
− Que é um ‘ritual’? – perguntou o principezinho.
− É uma coisa muito esquecida também – disse a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adotam um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
− Ah! Eu vou chorar.
− A culpa é tua – disse o principezinho – Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse…
− Quis – disse a raposa.
− Mas tu vais chorar! – disse ele.
− Vou – disse a raposa.
− Então, não terás ganho nada!
− Terei, sim – disse a raposa – por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
− Vai rever as rosas. Assim, compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
− Vois não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes ninguém. Sois como era minha raposa. Era igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
− Sois belas, mas vazias – continuou ele – Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
− Adeus… – disse ele.

− Adeus – disse a raposa – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
− O essecial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho, para não se esquecer.
− Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
− Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… – repetiu ele, para não se esquecer.
Os homens esqueceram essa verdade – disse ainda a raposa – Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa…
− Eu sou responsável pela minha rosa… – repetiu o principezinho, para não se esquecer.

Livro: O Pequeno Príncipe
Capítulo XXI.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Chave Mestra...

O amor é a chave mestra que abre os portões da felicidade.

Oliver Wendell Holmes .

Clareza...


Clareza de pensamento significa clareza de sentimento também. É por isso que uma mente clara e grandiosa ama ardentemente e sabe distinguir aquilo que ama...

Blaise Pascal. 

Reino do AMOR...


Quando alguém entra totalmente no reino do amor, o mundo - não importa quão imperfeito - se torna rico e lindo, e consiste somente de oportunidades para amar.



Soren A. Kierkegaard. 

Ilumina...


Mesmo depois de todos esses anos, o Sol nunca disse para a Terra: 'Você me pertence'. Veja o que acontece com um amor como esse... Ele ilumina todo o céu! 

Hafez. 

Escolha...


O destino não é uma questão de sorte. É uma questão de escolha.

Willian Jennings Bryan. 
 

Paraíso...


Dando o primeiro passo com um bom pensamento,
o segundo com uma boa palavra e
o terceiro com uma boa ação,

entrei no paraíso!

O livro de Arda Viraf .